Em tese, estamos perdidos
Saudações, estranhos. Por um descaso do destino, estando o dito pelo maldito, vim parar nesse impensável conclave de poetas, andarilhos e outros seres desencantados. Estamos juntos e misturados. Em tese, absolutamente perdidos. Há um consenso, contudo, de que viver nada mais é do que calcular os próximos passos; tropeçar pelo caminho. Em dado momento — eu não nego — caio em contradição pela terceira vez e pressinto o dedo de Cristo testando as chagas das minhas dúvidas.