A Netflix esconde um filme que transforma 85 minutos na experiência mais angustiante que você vai encarar esta semana
Sem buscar prestígio nem se comparar a Spielberg, James Nunn encontra em “Tubarão: Mar de Sangue” uma brecha para tensionar o previsível. O terror não mora no susto, mas na espera, na alienação dos corpos entregues ao excesso. O mar é só o cenário; o monstro, só um detalhe. O ruído maior está no silêncio que vem depois, onde sobreviver é mais escuta do que reação — e a lembrança, uma ardência que só a água salgada revela por completo.