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Tem um bilhãozinho aí?

Tem um bilhãozinho aí?

Um dia, Elon Musk acordou e botou na cabeça que queria comprar o Twitter. Ele se levantou, tomou o seu café, depois pegou a carteira, separou uns trocados e comprou a rede social por 44 bilhões de dólares! Era tanto zero que nem dava para escrever num único tuíte. Ninguém sabe até hoje porque o cara queria comprar o Twitter, mas pelas suas atitudes assim que assumiu a rede social, parece que ele queria fazer o mesmo que faz com os seus foguetes: mandar o Twitter para o espaço.

Minha vida na informática

Minha vida na informática

Eu me lembro da primeira vez que usei um computador. Foi na faculdade, em 1978, eu acho. Não existia essa parada de computador pessoal. A gente usava o mainframe da universidade, que era um troço gigante, provavelmente com um processador menor que um iphone. Tinha que se perfurar os cartões numas máquinas e depois a gente pegava a pilha de cartões e entrava na fila da leitora de cartões.

Um conto de Natal

Um conto de Natal

Estava tomando um cafezinho num boteco quando um Papai Noel apareceu ao meu lado e pediu um refrigerante. Não resisti e falei com o cara. Tudo bem? Deve ser difícil ficar com essa roupa nesse calor, né? É ruim pra cacete! Tu não achas que eu preferia estar de bermuda e chinelo? Mas ninguém acredita em Papai Noel se ele não tiver com essa roupa escrota!

Thomas Mann e Julio Cortázar: à amizade como respeito e reencontro

Thomas Mann e Julio Cortázar: à amizade como respeito e reencontro

“O Perseguidor”, conto publicado em 1959 e reunido no volume Armas Secretas, tornou-se um dos textos mais emblemáticos de Julio Cortázar. Além dos numerosos estudos críticos e edições existentes da obra, observa-se a influência direta que exerceu sobre autores posteriores, que ampliaram e ressignificaram a história original. Mais que uma análise, o objetivo desse texto é estabelecer uma leitura paralela de “O Perseguidor” com o “Doutor Fausto”, de Thomas Mann.

Os 10 melhores livros brasileiros de contos de 2022

Os 10 melhores livros brasileiros de contos de 2022

“Gótico Nordestino” (Alfaguara), do paraibano Cristhiano Aguiar, foi o livro de contos mais lembrado pelos leitores da Bula, consultados via newsletter enviada por e-mail, bem por meio de interações em nossos perfis no Facebook e no Twitter. O mais recente trabalho de Aguiar e outros nove títulos constam dessa lista, cujas sinopses foram fornecidas pelas próprias editoras.