Com Brad Pitt, filme baseado em best seller do New York Times com 2 milhões de cópias vendidas está na Netflix Melinda Sue Gordon / Sony Pictures

Com Brad Pitt, filme baseado em best seller do New York Times com 2 milhões de cópias vendidas está na Netflix

O esporte, frequentemente exaltado como território da emoção e da intuição, muitas vezes se revela um jogo de estratégias racionais, onde estatísticas e probabilidades desempenham papel tão crucial quanto o talento bruto. “O Homem que Mudou o Jogo” desmantela a mitologia do beisebol como um espetáculo de instinto e tradição, explorando a trajetória real de Billy Beane, o gerente-geral do Oakland Athletics que ousou desafiar um sistema secular ao adotar um modelo estatístico para construir sua equipe.

A maior estreia de 2025 chegou ao Prime Video — e vem com 13 indicações ao Oscar Divulgação / Pathe Films

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Com uma estética assumidamente artificial e uma trama que desafia as convenções do realismo, “Emilia Pérez” transforma o absurdo em denúncia, o exagero em crítica. Ao misturar musical, thriller e melodrama num palco farsesco, Jacques Audiard concebe uma narrativa onde identidade, violência e redenção colidem com fúria estilizada — e uma ironia que não pede licença nem perdão. É um filme que incomoda porque ousa, e brilha justamente onde tantos outros hesitam.

Aplaudido de pé por 8 minutos em Cannes, filme de Taylor Sheridan que vai dilacerar sua alma está prestes a se despedir da Netflix Divulgação / Wild Bunch Germany

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Entre as muitas histórias de crimes que buscam equilibrar tensão e profundidade emocional, poucos filmes conseguem alcançar o nível de “Terra Selvagem”. Escrito e dirigido por Taylor Sheridan, o longa impressiona não apenas pelo enredo envolvente, mas pela maneira como constrói um estudo poderoso sobre perda e resiliência, ancorado na gélida paisagem de Wyoming. O filme vai além do formato convencional do thriller ao investir em um olhar sensível sobre as feridas abertas de uma comunidade indígena, para quem a tragédia se tornou parte de um ciclo incessante de dor.

Devastador e de tirar o fôlego — obra-prima vencedora de 2 Oscars acaba de chegar na Netflix e vai abalar suas estruturas emocionais Divulgação / Amazon Studios

Devastador e de tirar o fôlego — obra-prima vencedora de 2 Oscars acaba de chegar na Netflix e vai abalar suas estruturas emocionais

Nem todo filme se propõe a aliviar as angústias do espectador ou oferecer um caminho de redenção. Alguns narram, sem concessões, a vastidão do sofrimento humano, recusando atalhos que suavizem sua intensidade. “Manchester à Beira-Mar”, dirigido por Kenneth Lonergan, entra nesse seleto grupo de dramas que não buscam catarse, mas a exposição nua e irrefutável da dor. Construído sobre silêncios, gestos contidos e uma devastação interna que se impõe sem alarde, o filme mergulha na complexidade emocional de um homem irreversivelmente marcado pela tragédia.

Desafio: 30 coisas para fazer sozinho antes de morrer — você fez, no máximo, 1 dessa lista

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Há um tipo de coragem que não estampa manchete, não rende foto, não se converte em aplauso. É a bravura que acontece no silêncio, na ausência de plateia, na completa solidão. Não envolve saltar de paraquedas nem atravessar desertos, mas exige atravessar a si mesmo — com as mãos nuas, sem distrações, sem garantias. Este desafio não é para quem busca emoção, mas para quem suporta profundidade.