Um dos filmes mais aguardados de 2024 e fortíssimo candidato ao Oscar, terror de Robert Eggers é remake perfeito de um clássico imortal
O “Nosferatu” de Robert Eggers já nasce aclamado, embora mantenha certa independência em relação à versão de Murnau, apesar das evidentes influências do expressionismo alemão. Com uma fotografia dessaturada e um marcante uso de chiaroscuro — especialmente em cenas onde as sombras são intensas e a iluminação provém de velas —, o filme destaca o minimalismo das ambientações, o que intensifica a sensação de vulnerabilidade dos personagens. Longas sequências contemplativas e a forte presença do folclore local enriquecem ainda mais a narrativa.