20 palavras que não deveriam existir — mas existem

20 palavras que não deveriam existir — mas existem

A língua portuguesa é riquíssima, cheia de palavras elegantes, sonoras e poéticas. Mas, como toda família, ela também tem seus parentes esquisitos — aquelas palavras que parecem ter escapado do dicionário por acidente, ou que soam tão estranhas que a gente duvida que sejam reais. E o mais incrível? Elas existem. Estão nos livros, nas conversas e até nas nossas infâncias, muitas vezes escondidas no vocabulário da avó ou do tio do pavê.

Nesta lista, reunimos 20 palavras que definitivamente não parecem ter sido aprovadas por um bom senso linguístico — mas que estão vivíssimas por aí. Algumas são nojentas, outras engraçadas, outras simplesmente desconfortáveis de pronunciar. Todas têm uma coisa em comum: a sensação de que talvez, só talvez, não precisassem existir. Mas existem. E a gente promete que você vai rir (ou se encolher) com cada uma delas.





















Carlos Willian Leite

Jornalista especializado em jornalismo cultural e enojornalismo, com foco na análise técnica de vinhos e na cobertura do mercado editorial e audiovisual, especialmente plataformas de streaming. É sócio da Eureka Comunicação, agência de gestão de crises e planejamento estratégico em redes sociais, e fundador da Bula Livros, dedicada à publicação de obras literárias contemporâneas e clássicas.