Cada pessoa tem “aquilo” que ama fazer e que melhora instantaneamente seu humor. Alguns se sentem melhores após comer. Outros, depois de tomar uma cervejinha. Tem aqueles que adoram ouvir uma música para levantar o astral. Mas também têm aqueles que preferem colocar um bom filme para rodar na televisão. E há quem goste de tudo isso junto! Para ajudar o espectador que adora assistir um filminho para distrair a mente, a Revista Bula separou uma lista de filmes feitos especialmente para o público que gosta de um cinema voltado para o entretenimento, relaxar e sorrir ou rir da vida. O mundo já tem tanto drama que, para alguns, essa palavra não tem vez nem no cinema. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

Enola foi criada por uma mãe excêntrica, que a preparou para ser diferente das meninas de sua época. Ela sabe lutar, leu muitos livros e nunca se sentiu oprimida por ser uma garota no final dos anos 1800. Após a morte de seu pai e o desaparecimento repentino de sua mãe, ela é enviada a uma escola para garotas. Contudo, Enola foge e sai em busca de pistas do paradeiro de sua mãe. No meio de sua aventura, ela se depara com o Visconde Tewkesbury, perseguido misteriosamente por alguém que o quer ver morto. Intrigada, ela passa a investigar também este novo caso.

Jenny é uma jornalista que consegue o emprego dos seus sonhos, mas, para aceitá-lo, terá de se mudar de Nova York. O companheiro, Nate, não recebe a notícia de forma muito positiva e decide terminar o romance. Para se despedir da cidade, as duas melhores amigas de Jenny programam uma noite de farras. Enquanto isso, flashbacks mostram momentos felizes e dolorosos do relacionamento de Jenny e Nate, enquanto eles refletem se o término é mesmo a melhor solução.

Três amigas na casa dos cinquenta e poucos anos se reúnem. Elas se conheceram anos antes, quando seus filhos ainda estavam na escola. Agora que seus filhos se mudaram e cresceram, essas mulheres se sentem deixadas em seus ninhos vazios, com falta de propósito e insatisfação na vida. Esquecidas pelas próprias crias no Dia das Mães, elas traçam um plano para realizar uma viagem até Nova York, onde os filhos moram, e fazer uma visita surpresa. A missão das mães é passarem dias com eles no intuito de se reconectarem.

Melhores amigos de infância, Sasha Tran e Marcus Kim, se reencontram anos depois em São Francisco. Sasha se tornou uma chef de cozinha famosa que já abriu diversos restaurantes pelo país. Já Marcus é oposto: mora com seu pai, dirige um carro velho e toca na mesma banda de hip-hop da adolescência. Ao perceber que há uma energia romântica entre eles, a assistente de Sasha, Veronica, promove um novo encontro entre eles. A partir daí, as lembranças do passado retornam para lembrar o quanto os dois dão certo juntos.

O filme narra a história real de Rudy Ray Moore, que dispensado por Hollywood na década de 1970, decidiu produzir suas próprias obras. O artista criou um personagem cômico chamado Dolemite, um cafetão de fala mansa, que faz rimas e se gaba de suas façanhas. Além de vários discos em que interpreta Dolamite, Moore também realizou diversos filmes blaxploitation sobre o personagem. Seu estilo de atuação mais tarde lhe rendeu o apelido de “padrinho do rap”.

O longa se passa três anos após os acontecimentos do primeiro filme, “Mamma Mia!”. Sophie descobre que está grávida e fica apavorada com a novidade. Ela revela a notícia às melhores amigas de sua mãe, Rosie e Tanya, e aos seus três pais, Bill, Sam e Harry. O grupo a lembra da história de sua mãe, Donna, que enfrentou os mesmos temores 30 anos antes, quando ficou grávida de Sophie. Eles narram como Donna veio a conhecer e se apaixonar por três pretendentes durante um verão na Grécia, aquecido por amor e música.

Em Londres, no ano de 1947, a jovem londrina Ruth Williams vai a uma festa com sua irmã, onde conhece o príncipe Seretse Khama de Botswana, que em breve será rei. O casal se apaixona e, um tempo depois, ele a propõe em casamento. A união causou alvoroço internacional, ganhando oposição do governo sul-africano e também do governo britânico. Enquanto o romance se desenvolvia, a África do Sul introduzia o regime de Apartheid.

Bianca é estudante do último ano do ensino médio. Seu mundo desaba quando ela descobre que os outros alunos a consideram uma “duff”, sigla para designar a amiga feia e acima do peso no grupo. Com intuito de dar a volta por cima, ela convoca Wesley, um estudante atlético e charmoso, para ajudá-la a se vestir e se portar melhor. Ela fará de tudo para recuperar sua confiança e derrubar a implacável Madison, que é quem cria rótulos para os alunos.

Tim Lake descobre que tem o poder de viajar no tempo, uma habilidade passada de pai para filho. Embora não consiga mudar o curso de acontecimentos históricos no mundo, ele consegue transformar coisas que ocorreram em sua própria vida. Um dia, ele conhece a bela Mary, por quem se apaixona. Tim usa suas viagens no tempo para conquistar a moça e, posteriormente, se casar com ela. Anos depois, Tim descobre que seus poderes não são capazes de impedir que seu casamento e sua família passe por altos e baixos, como qualquer família normal.

Dewey é um músico desempregado que fica sabendo sobre uma vaga de trabalho de professor substituto para alunos do quinto ano. Ele finge ser professor para assumir o cargo. Ao chegar no colégio, Dewey não sabe dar aulas, mas sabe conversar sobre música com as crianças. Então, ele apresenta para a classe o rock and roll. Ao invés dos conteúdos que deveria ensinar, ele passa a ensinar música e instrumentos musicais para as crianças. Depois, inscreve o recém-formado grupo musical da sala em uma batalha de bandas.