Autor: Carlos Willian Leite

O desafio que quebra o ego de qualquer leitor: ninguém leu mais de 3 desses 30 livros brasileiros

O desafio que quebra o ego de qualquer leitor: ninguém leu mais de 3 desses 30 livros brasileiros

Entre os muitos mitos cultivados no imaginário brasileiro, talvez nenhum seja tão resistente quanto o da familiaridade com a própria literatura. Acreditamos conhecê-la porque ouvimos falar de nomes célebres, lemos resumos apressados ou guardamos na memória uma ou outra obra canônica do ensino médio. Mas há uma biblioteca subterrânea — vasta, complexa e esquecida — que sobrevive à margem do reconhecimento, mesmo tendo sido escrita no coração da história nacional.

Desafio literário: você leu no máximo 5 desses 41 clássicos que todo mundo finge (ou mente) que conhece

Desafio literário: você leu no máximo 5 desses 41 clássicos que todo mundo finge (ou mente) que conhece

Todo mundo já fez isso alguma vez: fingiu conhecer um livro complicado só para manter a imagem intelectual intacta. Afinal, há clássicos cultuados que parecem existir mais para intimidar do que para serem realmente lidos. Este desafio é para você que cansou da pose e agora quer assumir, com humor e dignidade, que certos livros só entram mesmo na estante para enfeitar. Chegou a hora da verdade literária: vamos descobrir quantas mentiras culturais cabem numa única lista.

20 palavras que não deveriam existir — mas existem

20 palavras que não deveriam existir — mas existem

A língua portuguesa é riquíssima, cheia de palavras elegantes, sonoras e poéticas. Mas, como toda família, ela também tem seus parentes esquisitos — aquelas palavras que parecem ter escapado do dicionário por acidente, ou que soam tão estranhas que a gente duvida que sejam reais. E o mais incrível? Elas existem. Estão nos livros, nas conversas e até nas nossas infâncias, muitas vezes escondidas no vocabulário da avó ou do tio do pavê.

Só 1% das pessoas chegou até o fim de 5 desses 25 filmes. Vai encarar?

Só 1% das pessoas chegou até o fim de 5 desses 25 filmes. Vai encarar?

Há filmes que se assistem. Outros, se enfrentam. São obras que não buscam agradar, mas inquietar — que recusam o conforto narrativo, a recompensa emocional fácil ou qualquer pressa. Eles não se explicam: exigem atenção plena, coragem estética e, muitas vezes, uma disposição rara de ficar diante do tédio, do silêncio ou do absurdo. São filmes que não querem entreter, mas transformar. E é por isso que quase ninguém termina.