revista bula

compartilhe



últimos comentários

  • Sou maranhense, e nao entendo..
    A familia Sarney está no poder por aqui há muito tempo. Quando finalmente na última eleição para vereador conseguimos desfazer a oligarquia elegendo Jackson Lago eles d ...

    21 horas atrás por k. sobre Leitura de “Honoráveis Bandidos” sugere a pergunta: por que Arruda está preso?
  • É o utilitarismo, meu caro.

    Abraço!
    www.formigueirocomunista.com/sss ...

    2 dias atrás por André HP sobre A invenção da roda
  • Assisti a'O púlcaro búlgaro no teatro do Colégio Marista ontem. Excelente. Pena que o teatro estivesse vazio. Hoje (sábado) haverá a segunda e última apresentação. Quem não foi, que vá. ...

    2 dias atrás por Flávio Paranhos
  • Obrigado pelo comentário, Liana. ...

    4 dias atrás por eberth vencio

últimas no twitter

  • Imagens gigantes e gratuitas... http://www.morguefile.com/
    2 horas atrás
  • Para aficionados por piercing: http://bit.ly/dpo6Hq
    2 horas atrás
  • Again: como eram os sites mais famosos do mundo quando foram lançados... http://bit.ly/UQxNn
    2 horas atrás
  • Eis o link: Lista com os 100 melhores blogs de (ou sobre) fotografia...http://bit.ly/lqpw
    2 horas atrás
  • Os homens mais ricos do mundo online (segundo a BBC) http://bit.ly/d3eyHy
    2 horas atrás

parceiros

  • Tawitter

  • twitter rank

  • Marconi Leal

sugestões de livros

  • Centopeia de Neon

sugestões de filmes

  • http://bit.ly/bE40kL

  • Lola Montes

  • Europa 51

  • No Limiar da Vida

Valdivino Braz

POR EM 12/02/2010 ÀS 01:43 PM

O arroto e a flatulência no aquecimento global (Final)

publicado em

Com as denúncias sobre a grande fraude, haverá mesmo, nessa pendenga do aquecimento, algo de podre para além do reino da Dinamarca, só que num sentido oposto ao que se pensa ou antes se pensava? Para o leigo, perdido na Torre de Babel, a coisa vai ficando meio confusa, brumosa, como se fosse uma cortina de fumaça — intencional, alguma “jogada” para confundir a opinião pública? —, e vai daí que ele fica por aqui feito um capiau —  sem conotação pejorativa, mas no sentido de gente simples — cujo rio secou; o capiau agora sem a vara de pescar, pois já não há peixe nenhum. Tem água em que não se fisga sequer um girino, embrião de sapo, quanto mais um lambarizinho. Eu mesmo, que lambari logro pescar aqui com estas elucubrações sobre flatulência e aquecimento global? Se muito do que se diz de importante para a humanidade entra por um ouvido e sai pelo outro, fica-se o dito por não-dito; e por onde será, então, que ele se enfia? Deixe-me ver se advinho...

Enquasnto isso, reflita-se sobre as palavras de Adolfo Pérez Esquivel, ativista político e Nobel da Paz argentino, que defende a tipificação dos crimes ambientais como ofensas contra a humanidade, e que estes sejam julgados na Corte de Haia. “Todos os que, de alguma forma, ameaçam a vida dos bilhões de habitantes da terra, precisam ser punidos”, ressalta Esquivel. Tipificação dos crimes? Se, por outro lado, aqui no Brasil, tipificarem a corrupção como crime hediondo, conforme se propõe para este ano, já estará de bom tamanho, penhoradamente agradeceremos, pois certamente teremos um país mais arejado para respirar, menos poluído pelo rombos ou roubos praticados pelos descarados políticos, com alguma ajuda da incompreensível e absurda justiça brasileira.


leia mais...
POR EM 08/02/2010 ÀS 05:24 PM

O arroto e a flatulência no aquecimento global

publicado em

Que negócio é esse — vinha-me perguntando — de sempre responsabilizar apenas ao boi pela emissão de gás metano (CH4), via arroto e flatulência — pois é, o peido —, no seu processo de ruminação? Humana curiosidade. De passagem, dando-se asas à imaginação desocupada, e posto que o gás metano é um tremendo explosivo, vislumbre-se uma flatulência global, coletiva e simultânea, e aí no meio alguém que, inadvertidamente, acenda um isqueiro para o seu cigarro. Bummm! Lá se vai a humanidade, com o estrondo de uma explosão nuclear, com o impacto e o gigantesco cogumelo da bomba atômica detonada no deserto de bélicas experiências. A bomba cômica que seria — o grande peido —, não fosse trágica. Eleve-se isso ao quadrado e teremos a bomba cósmica. 

Dirão que essa idéia flatulenta aqui soa como coisa de gente desocupada, que não se leva a sério, nem por isso virem dizer que temos titica na cabeça, embora concordes em que a mente desocupada é oficina do diabo, contudo sabendo que muitas mentes “seriamente” ocupadas se ocupam do próprio diabo, pois então se ocupam do mal. Se os homens realmente se levassem a sério, o mundo não seria o que é. Mas imagine-se a cena, só para se ter uma idéia da coisa: a flatulência coletiva, momentaneamente concentrada, um palito de fósforo e a espetacular explosão que se segue — similar ao big-bang de cósmica nebulosa —, e ali o fuliginoso e sulfuroso cogumelo da humana fedentina. Donde se deduz que o homem — esse boneco inflado, cheio de poses —, é mesmo um saco de ossos e tripas. Uma coisa cheia de vento, ou de gases, como queiram. 


leia mais...
POR EM 05/01/2010 ÀS 01:19 PM

Marcados para morrer

publicado em

Revista BulaNa sangrenta realidade do país, amontoam-se os corpos de menores assassinados, de uma forma ou de outra. São meninos e quase meninos ainda, longe dos lares, da escola e do sadio lazer que lhes é devido. São os meninos do Brasil. E como lhes será o ano de 2010? Será apenas mais um Ano da Copa? Ou mais um ano eleitoral que nada lhes dá? Mais um ano negro, que lhes rouba a infância, e com ela a vida e o futuro? 

As notícias diárias sempre falam em tantos ou quantos os números de mortes, mas o número exato nem sempre se divulga, podendo alterar-se a cada momento, para mais, infelizmente, porque os jovens enveredam-se por caminhos abissais, muitas vezes sem volta. 

Múltiplos os crimes de pedofilia, de rituais satânicos, de pais que espancam até a morte, mas o envolvimento com o tráfico de drogas é apontado como o principal motivo. E são filhos de famílias pobres — de miseráveis periferias —, mas há também os de classe média e de classe alta; no inferno das drogas, os ricos também morrem, sem piedade —  não há exceções. 

As pobres famílias, impotentes, despreparadas, padecentes de uma estrutura familiar em derrisão, clamam e choram em vão numa sociedade degradada pelos vícios — álcool, drogas e outros produtos nocivos —, como gritam pela falta de ética,  e pela injusta e desumana distribuição de renda. Veja-se aí, por exemplo, o crime do salário mínimo, o maior desse país, enquanto os parlamentares, supostos representantes do povo, mais advogam em causa própria e têm vencimentos milionários, fora o que vem por fora. Ainda assim, alguns deles, os desonesos, lesam os cofres públicos, com o aval da impunidade, e até — desgraça das desgraças — com alguma ajudazinha “legal”, à sombra da letra das leis. 


leia mais...
POR EM 02/01/2010 ÀS 06:19 PM

Frio, sombrio e vazio

publicado em

Foi assim o primeiro dia de 2010, passados os momentos de euforia da contagem regressiva e da virada do ano. Janeiro se inicia. Cadê todo mundo?, podia-se perguntar naquele primeiro dia do ano, como num conto de Reymond Carver, contido no livro “Iniciantes”, que se recomenda e se encontra nas livrarias. Com a virada do ano, veio a virada das águas. Tempo chuvoso, dia sombrio, cidade vazia, silêncio. Salvo umas sobras babacas de foguetes, peidando o dia inteiro e apavorando os pobres cachorros de todo mundo, cujo sistema auditivo não suporta estouros de bomba, cães  havendo que até sofrem parada cardíaca e morrem. No mais, naquele dia, nem buzinas, nem risos, nem relinchos, seres humanos havendo que relincham ao invés de rir. Uma gente quadrúpede, se estão me entendendo, oriunda dos estábulos nas trevas da ignorância, bufando e escoiceando com a sua peculiar estupidez. Pois é com algumas pessoas assim, em meio às de melhor qualidade, que vamos atravessar 2010. Se me dizem que ninguém é melhor do que ninguém, ouso exibir meu sorriso de desdém. Por outro lado, sustento que, malgrado as diferenças, todos os homens se igualam no vaso sanitário e no caixão. A convulsão dos elementos. Toda a água do mundo. Um céu cinzento, cambiante a negro. Mortes no Rio. Ilha Grande. Angra dos Reis. Morro da Carioca. Morro abaixo às toneladas. A terra e as pedras da destruição. Com água e tudo. Quebra, fragmentação, soterramento. Casas, vidas e utensílios. Moradores e turistas. Jovens, adultos, idosos, crianças. Todos. Funesto “Réveillon”. Um dia muito triste. Um desses que parece mesmo sem Deus. A ausência Dele. E uma dor que perdura, tão dura de suportar quanto o peso da terra e das rochas morro abaixo. O primeiro dia do novo ano. Parido com muita dor, pela hora da morte, sob o manto negro da noite. Um dia que, aceso pelos fogos, haveria de vir luminoso como o sol que seria de trazer para toda a humanidade. Mas não foi assim que ele veio, como assim não foi que ele chegou. 


leia mais...
POR EM 26/12/2009 ÀS 03:50 PM

Uma cópula de crápulas da cúpula

publicado em

Eduardo SuplicyBem que este 2009 poderia ter sido melhor para o povo brasileiro, mas não foi, infelizmente, e muito por conta do descarado, cínico e vergonhoso processo de corrupção em vigor no País, onde as flagrantes e contundentes imagens não falam por si, não dizem nada e, logo, não valem nada, pois não provam coisa nenhuma. Sábias palavras, se aqui não nos censuram o gostinho da ironia. Convenhamos que é preciso ter “coragem” para, sem nenhum rubor nas faces, afirmar isso aos olhos e ouvidos do mundo, negar o fato concreto que cai como um bloco de cimento em cima do povo, enquanto as manchetes da imprensa local e internacional estampam os fatos incontestáveis, repercutindo a sordidez da política brasileira. É fatal: se alguém é denunciado, logo vem com ameaças: se ele cair, outros cairão com ele. E sempre funciona, pois a sujeira é de longo alcance: a falcatrua então se encaminha para o pazzaiolo, cuide ele do serviço sujo da “limpeza”. A quebra da ética com a coisa pública, com efeito, varou o ano inteiro e chega neste dezembro como um indesejado presente, ou melhor, um abominável pacote de sujeira, lama, descaramento de homens públicos e, o que é pior, quase sempre com a pizza da impunidade e da galhofa, fazendo pouco até da justiça, zombando do cidadão, do eleitor, do contribuinte, do patriota abalado em seu sentimento pátrio. Haja vista o gozo, a cópula de crápulas da cúpula ao cúmulo de se orar agradecendo a Deus pelos frutos do roubo. Vale aqui o velho bordão: que país é esse? E que homens são esses? A que ponto chegou a cretinice neste macunaímico Brasil! O mau-caratismo grassa a granel, enfiando dinheiro sujo na mala, na bolsa, na cueca, nas meias e sabe-se lá onde mais ele se enfia, não raro com as brechas das leis, com o mexer dos pauzinhos, com o safado “jeitinho brasileiro”, até com alguma conivência ou conveniência de setores dos poderes constituídos. 


leia mais...
POR EM 15/12/2009 ÀS 10:35 AM

Meu caso com a Voltswatt

publicado em

Nos idos de 2003, a indústria automobilística Voltswatt lançou um concurso nacional de contos, com o tema "Meu Caso com a Volts", em busca de histórias incríveis, envolvendo veículos seus. Dizia que há sempre um caso interessante, original e inusitado, tendo como personagem um modelo Voltswatt, e a indústria queria conhecer a história de cada concorrente, a saber como os carros da marca interagiam com a vida da pessoa, no caso a protagonista do fato. E o fato poderia ser dramático, divertido, místico, familiar, sentimental ou profissional. Valia tudo, desde que verídico e narrado com talento literário, no limite entre vinte e quarenta linhas de texto. 

Os 50 melhores trabalhos receberiam prêmios especiais, entre eles três automóveis do ano, zero quilômetro, nos modelos Sedan,  Turbo e Power, aos três primeiros colocados, e um home theater — receiver + DVD player integrados + cinco caixas de som e um subwoofer de marca e modelo que seriam definidos pela Voltswatt — para cada um dos outros 47 classificados. 


leia mais...
POR EM 08/12/2009 ÀS 07:38 PM

Parente da vítima

publicado em

Olhos acesos e afoitos e aflitos, como se perdidos na noite, são faróis de veículos diversos, indo — para onde? —  e vindo — para quê? Para a demanda que há entre viver e morrer. Vaga-lumes nos calcanhares, os tênis iluminados dos meninos, com o pai e a mãe no bar da esquina. Os casais nas mesas, alguns aos beijos, outros falando mal de seus pais e parentes. As línguas feito víboras, difamando a família, botando o dedo na ferida dos defeitos, expondo em público a roupa suja da privacidade doméstica, depreciando a mobília, “ripando a lenha” nos amigos, porque isso, porque aquilo, de fulano e de fulana. Falando e falando, reclamando do churrasco que não deu certo no sábado, comentando os arranjos de samambaias na sacada do apartamento, lamentando pelo lindo par de sandálias que se deixou de comprar no shopping e se arrependeu. Essa gente corriqueira, com o trivial de sempre. Essas vidinhas previsíveis, com as futilidades da existência. 

E ali a churrasqueira fumegante, o fumaceiro, o cheiro de carne assada, e ali os cães famintos, os olhos suplicantes, comendo a fome com a vontade de tanta gente no bar dos espetinhos. Homens e cães famintos, mas ali homem nenhum se trisca a jogar um pedaço de churrasco aos olhos caninos da súplica. O cão de estimação é o melhor amigo do homem. O egoísmo do homem é inimigo de outro cão que não seja o seu. O cão-mendigo não tem amigo. Ferinas as línguas humanas; excretam veneno ao que salivam. A fome é canina, e os cães vadios,  silenciosamente, imploram — parece que choram — pela carne. Padecem de fome, os tristes cães sem dono e sem nome, que vivem nas ruas do abandono. Mas não lhes falta, conquanto ocasionalmente — por não ser assídua presença no ambiente, obviamente não é frequente —, alguém que se compadeça e reparta a carne do espeto. Alguém que conheço e que sempre oferece pedaços da carne avulsa. Sempre se comove, e ainda que possa o dono do bar desaprovar o gesto, pois o cão à roda das mesas incomoda os fregueses — incomodam muito mais os olhos pidões do triste cão! —, a ínclita pessoa insiste, pois sente que a carne incha e perde o gosto em sua boca.  


leia mais...
POR EM 26/11/2009 ÀS 05:14 PM

O Rancho Apaloosa e a égua do Abelardo

publicado em

O morto rico, bem-vestido num caixão dourado; os olhos vítreos, mal-fechados para o mundo. O funeral, o velório, o pranto, tudo televisado, na sala da consternação. Todos ali muito consternados, e tudo documentado, porquanto bem-conceituado o estimado cidadão. A viúva Hipólita, fingida — choraminfungando-se desatenta, senão que se fazendo de esquecida de toda a gente à sua volta —, ajeita a gravata do Abelardo, seu morto marido, pega o estereótipo do bordão social e paga o mico ao que lhe vai dizendo: Sorria, querido; você está sendo filmado, amor da minha vida. 

Com a finesse desse mico — sim, porque gente fina é  feita de marfim —, não há que se omita, em horas tão distintas e defuntas, o sorriso de solidariedade às gafes e mortes da sociedade. Mas o cadáver, por que sorri, o miserável? Fútil, frívola, volúvel, colunável, Hipólita ainda não sabe, mas ele não lhe deixou nada desta vida, nem mesmo a casa em que ela vive, pois foi vendida em segredo. O grana da venda, ele esbanjou toda, gozando a vida com garotas de programa, dissoluto e generoso, até pagando em dobro o que lhe era cobrado. 


leia mais...
POR EM 12/11/2009 ÀS 08:08 PM

Não morro de amores por Brasília

publicado em

Nicolas BehrPara Nicolas Behr 


Brasília

foi meu exílio voluntário,

por volta do anos 60 e pouco,

ou pelos 70

— já não sei ao certo —,

quando saí à procura

de outros ares

e me dei com pedra,

quadras e blocos e becos

de um tempo seco

e poeirento.


leia mais...
POR EM 06/11/2009 ÀS 11:18 PM

Da crítica exacerbada e da percepção estrábica

publicado em

homem_comprimidoEventos Pastelaria. Saborosos pastéis de vento e sopro, fritos na hora. Entre, prove, confira. Sinta no rosto o bafor ao sabor do nada dentro do pastel empapuçado. Mas então o nada não é o vento que há lá dentro? Opa! Ó paí ó! Não é este o assunto. Afasta de mim o homem do megafone, apregoando pastel de vento. Sai do meio, recheio! 

Antes de prosseguir, afixo o aviso aos navegantes do Nautilus, a lâmina prateada dos oceanos e do capitão Nemo — “Vinte mil léguas submarinas”, de Julio Verne —, bem como aos internautas da nave Bula, visitantes e colegas: o texto que se segue é longo, sujeito a mutucas e pernilongos. E o bafo quente por aqui é outro, quente que andou o tempo num entrevero de linhas cruzadas — bu(r)lesco episódio — em que os contendores iam de meros comentários ao tirocínio de seus talentos, que cada um os tem a seu tanto, alguns mais, outros menos; já outros, por certo, movidos por inconfessas idiossincrasias de foro íntimo, parece que um despeito próprio de mentes incultas, ou menos cultas. Uma gente pequena e complexada no rodapé de seu pobre intelecto; uma sombra esperneando-se na obscuridade da massa cinzenta. De alto ou mediano talento, e de outros nem tanto, o que às vezes falta é o mútuo respeito, equilibrado pela consideração dos limites — tanto intelectuais quanto morais —, ponderado pelo bom senso de cada um, aparadas as arestas das diferenças, sopesada a intempestividade, contido o explosivo temperamentalismo. 

À parte a crassa ignorância, que a essa não é mesmo de se respeitar — nem há como ela própria (com moela, galinha cega) se dar o devido respeito —, conquanto ser de se levar em conta por alguma tolerância, mas sendo de ressalvar-se, todavia, que também a tolerância tem limite; nem por isso partir para a barbárie verbal, que só faz rebaixar ainda mais o nível dos debates. A questão crucial é: como contornar a cega ignorâcia, que prescinde do aprendizado e persiste na burrice, na idiotice, primando pelo patético, pelo ridículo, apenas pelo prazer do espírito de contradição? Ó trevas! Haja sabedoria! Corolário do conhecimento. 


leia mais...
 1 2 3 4 5 >  Último ›
É permitida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia dos editores, desde que citada a fonte.
© Copyright 2009 — Revista Bula — Literatura e Jornalismo Cultural — editorial@revistabula.com


renovatio